Cruyff, por otro lado, se mostró partidario de primar el 'goal average' general de la Liga para decidir el campeón en caso de empate entre dos equipos, a diferencia de lo que ocurre ahora, en que se resuelve con la diferencia de goles particular entre los dos equipos que están igualados a puntos y que este año es favorable al Madrid.Johan Cruyff, ex-técnico holandês, é melhor chamar-lhe assim, chamando a atenção para a questão dos desempates por confronto directo, que podem premiar uma maior regularidade ao longo do campeonato, mas também manobras de bastidores ou situações esporádicas, como goleadas contra adversários fracos, que podem adulterar o equilíbrio necessário às competições. Em Portugal, o debate apenas vai ocorrer quando o actual modelo puder prejudicar algum grande de Lisboa. Aí sim, vai dar que falar. Pela nossa parte, e ponderando as características do nosso futebol, até achamos que as coisas estão bem assim.
"Si por mí fuera, primaría siempre el general. Sé perfectamente que, de cara a la decisiva jornada, el Madrid será campeón por 'goal average' particular en caso de empate. Y que el campeón sería el Barça en caso de primar el general. Más allá de mis preferencias por ambos equipos, yo siempre lo decidiría por el general", señaló.
"Y no debo ser el único. En Europa sólo España y Portugal -creo que no me equivoco- apuestan por la fórmula del 'goal average' particular. El resto de grandes Ligas -con excepción de Italia, donde hay partido de desempate- tienen el general como fórmula de desempate", expuso, asegurando que fomenta el fútbol de ataque y los goles.
junho 13, 2007
Banho Táctico: Quando o "Jorge Jesus holandês" fala, os outros abaixam as orelhas...
FutMedia: Televisão será superada em 5 anos pela Internet
A Internet será em 2012 a principal fonte de consumo de conteúdos informativos no mundo, superando o actual poder de difusão da televisão, segundo um estudo hoje divulgado pela imprensa internacional especializada.
A pesquisa, desenvolvida pelas empresas Harris Interactive e Innovation International Media Consulting Group, analisou os hábitos de consumo de media de 7 mercados internacionais: Estados Unidos, Inglaterra, França, Itália, Espanha, Alemanha e Austrália. O estudo revelou que a televisão, a actual principal fonte mundial de informação, será superada em 5 anos pela Internet, acrescentando que os jornais também vão perder poder de influência face ao crescimento do ciberespaço.
De um universo total de 8.749 inquiridos, mais de metade dos entrevistados dos 7 países explicou que não lê jornais por falta de tempo, enquanto que 2 em cada 5 entrevistados admitiu ser mais fácil e rápido ler notícias via Internet.
A pouca relevância dos conteúdos informativos em relação ao dia-a-dia e a prática de um jornalismo tendencioso foram outras das razões mencionadas pelos entrevistados para justificar o afastamento dos jornais.
A pesquisa, desenvolvida pelas empresas Harris Interactive e Innovation International Media Consulting Group, analisou os hábitos de consumo de media de 7 mercados internacionais: Estados Unidos, Inglaterra, França, Itália, Espanha, Alemanha e Austrália. O estudo revelou que a televisão, a actual principal fonte mundial de informação, será superada em 5 anos pela Internet, acrescentando que os jornais também vão perder poder de influência face ao crescimento do ciberespaço.
De um universo total de 8.749 inquiridos, mais de metade dos entrevistados dos 7 países explicou que não lê jornais por falta de tempo, enquanto que 2 em cada 5 entrevistados admitiu ser mais fácil e rápido ler notícias via Internet.
A pouca relevância dos conteúdos informativos em relação ao dia-a-dia e a prática de um jornalismo tendencioso foram outras das razões mencionadas pelos entrevistados para justificar o afastamento dos jornais.
Portogal: Crónica do JN sobre a "Rivolução"
Desde que José Pacheco Pereira escreveu, em Outubro do ano passado, no Público, que o Teatro Rivoli, no Porto, era frequentado por um "número escassíssimo de pessoas", que a afirmação ganhou a moldura de uma verdade irrefutável. Esse argumento foi, desde sempre, utilizado pelo presidente da Câmara, Rui Rio, para justificar a decisão de concessionar o equipamento municipal, tendo sido, posteriormente, corroborado na Imprensa, nomeadamente, por José Manuel Fernandes, director daquele diário.
No entanto, numa análise estatística do período temporal compreendido entre 2001 e 2005, através de documentos a que o JN teve acesso, constata-se que, anualmente, o Teatro nunca teve menos do que 126 mil espectadores. Ou seja, nesse ano, em 2002, a audiência média indica que houve 345 espectadores por dia. Em 2005, a média ascendeu quase aos 500 espectadores diários.
Na crónica intitulada "Rivolução", Pacheco Pereira insurgia-se contra a ocupação que um grupo de actores havia realizado no Rivoli para contestar a sua privatização, argumentando que os espectáculos do Plástico - a ocupação sucedeu na sequência de uma peça desta companhia - costumam ter, apenas, 30 pessoas na plateia. Aferindo os dados, volta a não ser possível confirmar a afirmação. Em Março de 2003, por exemplo, o Plástico apresentou a peça "XY", tendo obtido 461 espectadores em cinco sessões.
A leitura do programa apresentado no período referido não permite demonstrar os propalados baixos níveis de audiência, mas revela que entrega do Rivoli a um único produtor implica a perda da diversidade cultural que, até então, foi ali apresentada.
A dança contemporânea perde o palco. Em 2003, a coreografia "Quebra-Nozes", do Centro de Dança do Porto, vendeu, em dois dias, 1710 bilhetes. O Novo Circo, referência do Rivoli, perde também o espaço. A companhia francesa "Compagnie du Singulier" ganhou uma plateia de 426 espectadores. No jazz, Chick Corea, que recentemente esgotou o auditório da Casa da Música, esteve há quatro anos no Teatro Municipal. Sobraram dois lugares. O FIMP, Festival de Marionetas, superou os mil bilhetes vendidos.
Pacheco Pereira escreveu que antes do 25 de Abril "os espectáculos conheciam enchentes". Num auditório com lotação para cerca de 1500 lugares, que leitura merecem estes números?
No entanto, numa análise estatística do período temporal compreendido entre 2001 e 2005, através de documentos a que o JN teve acesso, constata-se que, anualmente, o Teatro nunca teve menos do que 126 mil espectadores. Ou seja, nesse ano, em 2002, a audiência média indica que houve 345 espectadores por dia. Em 2005, a média ascendeu quase aos 500 espectadores diários.
Na crónica intitulada "Rivolução", Pacheco Pereira insurgia-se contra a ocupação que um grupo de actores havia realizado no Rivoli para contestar a sua privatização, argumentando que os espectáculos do Plástico - a ocupação sucedeu na sequência de uma peça desta companhia - costumam ter, apenas, 30 pessoas na plateia. Aferindo os dados, volta a não ser possível confirmar a afirmação. Em Março de 2003, por exemplo, o Plástico apresentou a peça "XY", tendo obtido 461 espectadores em cinco sessões.
A leitura do programa apresentado no período referido não permite demonstrar os propalados baixos níveis de audiência, mas revela que entrega do Rivoli a um único produtor implica a perda da diversidade cultural que, até então, foi ali apresentada.
A dança contemporânea perde o palco. Em 2003, a coreografia "Quebra-Nozes", do Centro de Dança do Porto, vendeu, em dois dias, 1710 bilhetes. O Novo Circo, referência do Rivoli, perde também o espaço. A companhia francesa "Compagnie du Singulier" ganhou uma plateia de 426 espectadores. No jazz, Chick Corea, que recentemente esgotou o auditório da Casa da Música, esteve há quatro anos no Teatro Municipal. Sobraram dois lugares. O FIMP, Festival de Marionetas, superou os mil bilhetes vendidos.
Pacheco Pereira escreveu que antes do 25 de Abril "os espectáculos conheciam enchentes". Num auditório com lotação para cerca de 1500 lugares, que leitura merecem estes números?
junho 03, 2007
FutMercato: Simon Vukcevic, mais um putativo reforço para o Dragão
Com a astronómica venda de Anderson ao Manchester United, as atenções dos responsáveis do FC Porto estão focadas na concentração de um novo «número dez». E uma das mais fortes possibilidades, nesta altura, é Simon Vukcevic, que representa o FC Saturn, da Rússia.
O atleta, internacional cinco vezes pela extinta selecção da Sérvia e Montenegro, possui as características pretendidas pelos azuis e brancos e, ainda por cima, está afastado dos trabalhos do seu actual clube. O Maisfutebol chegou este domingo à fala com Mikhail Pukshanskiy, director de comunicação do emblema moscovita, que nos explicou a situação do atleta.
«Ele não está connosco há alguns meses, pois entrou em conflito com o nosso anterior técnico, o Vladimir Weiss. Foi para o seu país mas, entretanto, mudámos de treinador e queremos o jogador de volta», explicou Mikhail Pukhshankiy, que espera o regresso de Simon Vukcevic nos próximos «quatro ou cinco dias».
Essa é, de facto, a pretensão do Saturn mas não a vontade do jogador. Simon Vukcevic, ao que sabemos, só voltará à Rússia se for obrigado, apesar do novo técnico, Gadjiev Gadji, apreciar bastante a sua qualidade. O atleta tem contrato com os russos até Dezembro de 2010 e foi contratado em Janeiro de 2006 ao Partizan de Belgrado por cerca de sete milhões de euros, quando já era uma das grandes estrelas da equipa.
Em relação ao possível interesse do FC Porto, Mikhail Pukhshankiy somente disse que não estava «autorizado a falar sobre a situação». Nesta altura, no entanto, é apenas seguro dizer que Simon Vukcevic é uma das alternativas que o FC Porto tem entre mãos para o lugar de Anderson.
Auto-estima excessivamente elevada
Simon Vukcevic é um atleta cerebral, tecnicamente muito evoluído e que apresenta, aos 21 anos, um currículo de respeito. Em 2004 esteve no Campeonato da Europa de sub-21 e no mesmo ano representou o seu país nos Jogos Olímpicos de Atenas. Dois anos depois, veio a Portugal ao Europeu de sub-21 com a camisola da Sérvia e Montenegro, mas apenas foi titular na primeira partida.
A sua evolução, de resto, tem sido decepcionante desde que chegou ao campeonato russo. Numa equipa de modestas ambições, Vukcevic sempre se assumiu como a «estrela da companhia», mas a sua elevada auto-estima chocou de frente com o chicote disciplinador do último técnico com quem trabalhou.
maio 30, 2007
Deputados pedem radiografia do medo nos media
O Sindicato dos Jornalistas (SJ) vai apresentar aos deputados uma "radiografia" do "clima de medo" nas redacções e de outras condicionantes do livre exercício da profissão. O compromisso foi assumido, ontem, pelo presidente do SJ, Alfredo Maia, como resposta ao desafio lançado pelos deputados da sub comissão parlamentar dos direitos fundamentais e comunicação social.
No final de uma audição à direcção sindical, no âmbito da discussão na especialidade do novo Estatuto dos Jornalistas, o presidente da sub-comissão, Luís Campos Ferreira, do PSD, pediu com "carácter de urgência" a revelação dos dados que levaram Alfredo Maia a referir, repetidamente, a existência de processos de "afastamento das redacções dos jornalistas com mais experiência e maior capacidade crítica". Além disso, o dirigente sindical denunciou um "clima de medo que limita o livre exercício da profissão", quer seja , na precariedade laboral, ou nas "chamadas restruturações das redacções".
"As palavras do presidente do Sindicato foram um toque a rebate que nós não podemos ignorar", concluiu Campos Ferreira, depois de obter a concordância dos outros deputados representados na comissão.
No que respeita à revisão do Estatuto dos Jornalistas, proposta pelo Governo, em relação ao qual, o SJ manifestou reservas por considerar, não estarem acauteladas, questões como os direitos de autor ou a garantia de que a quebra do sigilo profissional é uma excepção, a sessão de ontem foi marcada pelo recuo do PS. Pela voz do socialista Arons de Carvalho ficou a promessa de que será retirada da proposta a aplicação de multas aos jornalistas por infracções disciplinares.
No final de uma audição à direcção sindical, no âmbito da discussão na especialidade do novo Estatuto dos Jornalistas, o presidente da sub-comissão, Luís Campos Ferreira, do PSD, pediu com "carácter de urgência" a revelação dos dados que levaram Alfredo Maia a referir, repetidamente, a existência de processos de "afastamento das redacções dos jornalistas com mais experiência e maior capacidade crítica". Além disso, o dirigente sindical denunciou um "clima de medo que limita o livre exercício da profissão", quer seja , na precariedade laboral, ou nas "chamadas restruturações das redacções".
"As palavras do presidente do Sindicato foram um toque a rebate que nós não podemos ignorar", concluiu Campos Ferreira, depois de obter a concordância dos outros deputados representados na comissão.
No que respeita à revisão do Estatuto dos Jornalistas, proposta pelo Governo, em relação ao qual, o SJ manifestou reservas por considerar, não estarem acauteladas, questões como os direitos de autor ou a garantia de que a quebra do sigilo profissional é uma excepção, a sessão de ontem foi marcada pelo recuo do PS. Pela voz do socialista Arons de Carvalho ficou a promessa de que será retirada da proposta a aplicação de multas aos jornalistas por infracções disciplinares.
maio 29, 2007
Teletubbies fomentam paneleirice?
O actual Governo da Polónia, conservador, deu mais um passo nos seus esforços para combater o que considera ser uma campanha de propaganda homossexual nas televisões, desta vez voltando as suas armas para Tinky Winky e os outros Teletubbies... Ewa Sowinska, escolhida pelo Governo para defender os direitos das crianças, afirmou a uma revista que estava preocupada com a possibilidade de o programa infantil da BBC fomentar a homossexualidade.
Cofina Media vai ter edifício próprio nos arredores da Luz
A Cofina Media vai mudar de instalações para um novo edifício, em Lisboa, prevendo acomodar cerca de 850 pessoas, correspondentes aos vários activos deste grupo de comunicação social, e ainda instalar futuros projectos, nomeadamente o de um canal de televisão, segundo escreve o Semanário Expresso. A mudança está prevista para 2009, após a construção do novo edifício, que ficará situado na envolvente do estádio da Luz, na Rua José Maria Nicolau, junto ao centro comercial Colombo. O projecto foi concebido pelo arquitecto Miguel Correia, do ateliê Ideias de Futuro, e a estrutura é composta por oito pisos: quatro andares acima do solo (16.410m2) e quatro abaixo do solo (18.477m2), com 423 lugares de garagem.
Todos os activos do grupo Cofina - nomeadamente os jornais ‘Correio da Manhã’, ‘Jornal de Negócios’, a revista ‘Sábado’, mais dez outras publicações e ainda os vários sítios «on-line» - ocuparão dois dos andares em regime de «open space». Também as redacções dos jornais gratuitos ‘Destak’ e do novo projecto denominado ‘Meia Hora’ integrarão este espaço. “Acima de tudo, o edifício permite-nos enfrentar o futuro com as ambições de crescimento que temos, que passa pela evolução na parte de ‘media’ escrita e também noutros sectores onde temos demonstrado vontade de estar, nomeadamente na televisão”, salienta Luís Santana, administrador da Cofina Media. E adianta que “a ideia é concentrar todas as unidades de negócio da Cofina Media, numa lógica de sinergia”.
O novo projecto de televisão generalista, que tem sido anunciado pela Cofina, ocupará um dos andares do edifício (4100m2), mas caso este projecto se concretize antes de 2009, Luís Santana admite adoptar instalações provisórias para o seu arranque.
‘Meia Hora’ complementa ‘DN’ e ‘Público’
A Cofina anunciou, ainda, que vai lançar um novo jornal diário gratuito intitulado ‘Meia Hora’, que pretende entrar no segmento dos diários generalistas de referência, onde estão o ‘Público’ e o ‘Diário de Notícias’. No entanto, “não queremos ser concorrência directa destes jornais mas sim um complemento de informação talhado para o mesmo público alvo: as classes A e B”, salienta Sérgio Coimbra, director da nova publicação.
O ‘Meia Hora’ resulta da parceria da Cofina com a Metro News (ambas já detêm o ‘Destak’) e vai começar a ser distribuído em Lisboa 6 de Junho. A equipa editorial é composta por 15 pessoas vindas essencialmente da rádio e televisão, que serão lideradas por Sérgio Coimbra, antigo director da revista ‘National Geographic’.
A política editorial será diferente da dos restantes gratuitos do mercado, dando um maior enfoque a temas de política, economia e internacional. “O objectivo é passar a informação que interessa em meia hora”, refere ainda o mesmo responsável. A publicação terá entre 24 e 32 páginas, com diversos outros conteúdos nas áreas de cultura, desporto e «life sytle». O jornal também vai contar com espaços de opinião, estando já confirmados os nomes do ex-director do canal 2 da RTP, Manuel Falcão, da historiadora Maria Filomena Mónica e do professor universitário Luciano Amaral.
Os 100 mil exemplares diários do ‘Meia Hora’ serão distribuídos em vários pontos da capital, um esquema que foi “cuidadosamente pensado para abordar o público-alvo do jornal”, salientou o administrador da Metro News Publicações, Francisco Pinto Barbosa.
Metade da distribuição do novo gratuito será realizada em 70 semáforos da cidade de Lisboa, com os restantes exemplares a estarem disponíveis em centros de escritórios, bairros residenciais de alto poder de compra, ginásios, restaurantes e transportes públicos.
O investimento global do projecto é de dois milhões de euros, com o retorno esperado pelos investidores a três anos.
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