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agosto 12, 2011

Girah-discos 2


Os escândalos acumulam-se no poker mundial e agora surgem-nos alegações de desvio de verbas dos prize pools dos eventos do circuito EPT por parte do "Mourinho" dos directores de torneio, Thomas Kremser. O caso Girah assume contornos de algum dramatismo nacional porque se trata da exposição de alguém que se intitulou como "portuguese prodigy", mas se enquadrado no panorama global, é apenas uma peça de um puzzle muito preocupante. Pelos vistos, e dado que as consequências legais mais graves da Black Friday ainda estão por ser conhecidas, o cenário ainda vai piorar muito antes de melhorar.

Girah-discos 1


Estão a ver que sorte a nossa que os "mainstream" media só se lembram do póquer quando a Stars lhes paga viagens às Bahamas? Esta novela do Girah era um sonho para o Correio da Manhã ou a TVI. E provavelmente uma desgraça ainda maior para a modalidade em Portugal e que iria dar uma enorme força aos detractores do acesso livre ao póquer online.

julho 26, 2011

Girah virou coach da Poker Strategy e revela em dois tempos como é que os prodígios colocam as nossas mãos face up...


Acompanhar o mecanismo de pensamento de um jogador do nível do José "Girah" Macedo é sempre uma experiência proveitosa. Ainda que este registo de vídeo não tenha propriamente a ver com a realidade em que a maioria de nós se movimenta. Como não me canso de salientar a quem se vai deixando enganar, uma caixeira do Continente até pode ter jeito para fazer umas continhas, mas ninguém vai aceitar que tente dar aulas de Matemática... infelizmente, os próximos "training videos" do Girah já não vão ser de acesso livre.

maio 05, 2011

As 278 mãos "mágicas" que colocaram em xeque a carreira do "portuguese prodigy" José "Girah" Macedo


Esta abordagem é meramente jornalística e deixa de lado qualquer emoção em relação ao caso que afectou o "portuguese prodigy" José "Girah" Macedo. Entre paixões e ódios, as centenas de comentadores que se têm pronunciado sobre o assunto parece que se demitem de pensar e juntar as peças do "puzzle"como fariam se estivesse em causa alguma figura internacional.

Quem acompanhou o Bluff Challenge sabe que o Girah chegou aos últimos dias 8 mil dólares down, o que foi uma decepção para muitos admiradores que ficaram surpreendidos pelo facto dele não estar a conseguir bater a oposição na rede Merge, teoricamente mais fraca do que nas principais salas. De repente, como por magia, no sábado aparece como vencedor da competição com... 104 mil dólares up. Incrível.

A primeira razão para desconfiar adveio do que foi escrito pelo EVConsultant, pro da Lock que ficou no Top 10 do Bluff Challenge:
"Até meio do mês tudo apontava que um excelente jogador português (Sweeeeet) aka. André Wade Santos iria ganhar o challenge e o patrocinio na Lock Elite Team estando bastante destacado em primeiro lugar com mais de $40k de lucro. Para o fim do mês o jogador bigguylegend 22 (US) teve resultados excelentes passando para primeiro lugar com cerca de 90k$ profit.

Mas no ultimo dia o José Girah Macedo teve um dia de sonho fazendo 110K$! Através de um excelente jogo HU em 100-200 passou assim para 1º da leaderboard com 104K$+ em lucros neste mês."
O sinal de alerta estava dado. Posteriormente, explodiu o caso Girah com todas as consequências que se conhecem. "Lovers e "Haters" defrontam-se nas caixas de comentários e a racionalidade desaparece na mesma medida em que o póquer português e o mediatismo do jovem de 18 anos sofrem um forte abalo. Como em qualquer abordagem jornalística, não temos um polígrafo para saber se o Zé Macedo, o José Sócrates ou qualquer outra personalidade está a falar verdade ou mentira quando relata o que aconteceu em relação ao alegado "multi-accounting". Todavia, como quem trava duelos regulares nas mesas de poker bem sabe sem ser preciso ver o "Lie to me" na Fox, um dos "tells" que mais depressa trai os mentirosos é a ânsia de se justificar respondendo a perguntas que não lhe foram feitas...

Ao publicar a sua ficha mensal do Holdem Manager, o Girah mostrou-nos que o triunfo no Bluff Challenge no "heater" do qual o EVConsultant falava tem mesmo de ir para o Guinness Book. Em NL 100-200 foram $75.010,18 dólares ganhos em apenas... 278 mãos ao sprint em cima do final da prova e na justa medida para garantir o... primeiro lugar.

Isto por um jogador que, demonstram as estatísticas, não conseguiu bater os níveis intermédios, estando negativo no somatório de cerca de 3 semanas até NL 10-20. Como era de esperar, o perfil elevado de Girah fez disparar as denúncias. Há várias intervenções em diversos fóruns e sites online, mas especialmente curiosa foi esta voz que garante dado um murro na mesa no 2+2 tendo o tópico sido apagado ao fim de 20 minutos, no que parece ter sido uma tentativa de ocultação do escândalo.

A derradeira pérola é a mão publicada no Fórum 2+2 e onde é descrito o final do duelo entre o Girah e o "doador" que lhe permitiu vencer o Bluff Challenge ao "photo-finish":

Starting Game #33832888-113
samchauhan is the Dealer
Shuffling Cards
samchauhan posted Small Blind $100
Girahh posted Big Blind $200
samchauhan raised to $400
Girahh calls $400
Dealing Flop (2d,3d,Ac)
Girahh checks
samchauhan bets $400
Girahh calls $400
Dealing Turn (Js)
Girahh checks
samchauhan checks
Dealing River (8d)
Girahh bets $400
samchauhan is All In
Girahh calls $2627.90
samchauhan shows (Kh,6s)
Girahh shows (2c,As)
Girahh wins $6855.30 from Pot 1 with : Two Pair Aces and Twos
samchauhan has been sat out of the game
samchauhan leaves
Girahh leaves

Novamente sem qualquer emoção envolvida na análise, no mínimo pode ser fundamentada a visão de vários futpokerianos que acharam as justificações apresentadas para a desqualificação uma mera manobra de encobrimento. Ninguém, nem sequer outros pros que competiam no Bluff Challenge, foram capazes de explicar o "comeback" histórico do Girah em níveis nos quais praticamente nem jogava em confronto com as dificuldades que vinha sentindo nos patamares onde se movimentava habitualmente. 75 mil dólares em 278 mãos constituem um rendimento, na Merge, que fez soar as denúncias de chip dumping e collusion, dado que todos conhecemos a modalidade e aprendemos a desconfiar dos "milagres". Mesmo maio sendo o mês de Fátima...

Aqui pode residir a explicação que levou a rede Merge, em face destes dados, a dar um tiro no porta-aviões da armada de pros da sala que contratou o Girah. O assunto já corria nos "mentideros" do póquer e cada vez mais a manobra de culpar um alegado "backer" sobre uma ofensa menor parece ser meramente de controlo de danos. Vem nos livros.

Na nossa primeira intervenção sobre o tema, demos o benefício da dúvida ao Zé Macedo, que tem 18 anos e com tanto dinheiro e influências à sua volta, precisa de acompanhamento cuidado. Se todo este processo é um embuste e a verdade acaba por vir ao de cima, a nossa preocupação quanto ao Girah torna-se ainda maior, porque denota a propensão ao envolvimento em esquemas simplesmente tenebrosos sem qualquer noção das graves consequências que daí podem advir.

O escrutínio e a verdade são a única via para que, sendo este caso completamente esclarecido e não varrido para debaixo do tapete, tanto o Girah, a Merge e a própria Lock possam seguir o seu caminho sem qualquer esqueleto no armário. O póquer português merece saber o que se passou e que não nos metam os dedos pelos olhos dentro no caso das 278 mãos "mágicas".

maio 04, 2011

O verdadeiro "bluff" de Girah


Esta Comunidade é Independente, pelo que pensamos pela nossa cabeça e somos avessos à lógica de rebanho. Sendo observadores atentos de tudo o que acontece no póquer português e mundial, lamentamos o sucedido com o Girah. Mas nem apontamos o dedo em tom inquisitório nem enveredamos pelas desculpas lamechas que são quase indignas em face da frontalidade com que o próprio envolvido assumiu os seus actos.

Acreditámos, e continuamos a manter essa convicção, que o José Macedo seria uma espécie de Cristiano Ronaldo das mesas capaz de espoletar a massificação da modalidade em Portugal e elevar o prestígio dos nossos jogadores. Infelizmente, a desqualificação do Bluff Challenge foi um rude golpe na sua evolução e prestígio, porque teve o efeito de uma bomba atómica mediática equivalente, do lado oposto da medalha, ao frenesim causado pela revelação da sua identidade e historial de vida.

O jogador assumiu os seus erros e descobriu da pior forma a responsabilidade que advém de ser um profissional de perfil elevado e sob escrutínio permanente e implacável. O endeusamento precoce é um pecado que conhecemos de demasiadas modalidades desportivas e que já comprometeu carreiras brilhantes. O Zé é um miúdo e não um mero produto comercial "photoshopado" a espremer até ao limite. Tem apenas 18 anos. Ajudem-no a crescer para que, acima de tudo, a sua vida não seja um "bluff".

Ass: Vítor "Hooligato "Pinto

abril 12, 2011

A lenda de José "Girah" Macedo, o "niño" prodígio português, tomou de assalto a imprensa generalista espanhola

José «Girah» Macedo, estudiante portugués de 18 años, tiene menos seguidores en Twitter y ha ganado menos dinero que Justin Bieber (apenas un millar y dos millones de dólares, respectivamente), pero en el mundo del naipe ha causado una pequeña revolución. Ya ha retado a su ídolo, Tom «durrrr» Dwan, para jugar uno de sus retos salvajes, con cientos de miles de dólares en juego.

Cuando algunos empezaban a dudar de su identidad, la revista Card Player ha entrevistado a Macedo, que se siente preparado para ganar a los mejores, entre otras cosas porque él ha estudiado su juego y ellos no saben nada sobre él. En los foros de Two+Two también aclaró algunos detalles sobre su leyenda.

José empieza por decir que él es quien llaman el «niño prodigio portugués» y, para que la gente se haga una idea de sus ingresos, deja incluso una gráfica de sus últimas 800.000 manos, aunque toda imagen es susceptible de ser manipulada. De hecho, se guarda bien de revelar sus pseudónimos en las salas.

«No soy nada mitológico», dice. «Solo soy un chico ordinario de 18 años que ama jugar al póquer». Girah antes practicaba el fútbol, pero una lesión de rodilla le obligó a cambiar los goles por las escaleras de color, que empezó a subir y bajar en el verano de 2009. Su idea era comprarse una casa en Hawai, más que nada porque de pequeño tuvo una cuidadora surfera de la que estaba enamorado y que le habló maravillas del lugar. Decidido a cumplir su sueño, estudió durante dos meses todos los libros de poker que encontró.

Como no podía comprarlos, los leía a hurtadillas en la librería. Incluso se los llevaba hasta el baño, para que el encargado no le molestara. «No es que fuera pobre», aclara a Card Player. «Simplemente, como adolescente no podía pagarlos y tampoco quería pedirle dinero a mi madre para comprar libros de póquer». De sus lecturas, recomienda a Sklansky y Harrington, que aunque están «superados» son fundamentales para cualquier principiante.

El primer dinero que José arriesgó fueron 30 euros depositados en Betfair, donde jugaba hasta 24 mesas a la vez, aunque en niveles muy bajos, que fue superando poco a poco a medida que aumentaba su banca.

Cuando descubrió que había programas como el Holdem Manager que permiten analizar el propio juego y el de los rivales, literalmente se volvió loco. Lo estudió a conciencia y mejoró aún más. José dice que pasaba las horas muertas leyendo artículos de los jugadores más famosos, luego los buscó por Skype y les pidió que lo entrenaran. Sus primeros tropiezos llegaron en niveles ya bastante altos, NL1000, con ciegas de cinco y diez dólares. Pero José siguió estudiando y logró batir también a los habituales del nivel.

Se supone que Macedo jugaba con la identidad de otra persona, o por lo menos con su tarjeta de crédito. Eso le ocasionó algún disgusto. El pasado mes de octubre se llevó el primer gran palo: «Alguien muy cercano me estafó 250.000 dólares. No podía creer que algo así pudiera pasarme, tenía 17 años y quizá era muy ingenuo, pero no podía imaginar que esto me lo haría alguien a quien yo le importaba».

Tampoco ese contratiempo detuvo su ascensión hacia las partidas más caras, hasta tal punto que muchos en internet empezaron a pensar que lo de Girah era una leyenda sin base real, un invento más o menos organizado. Macedo juega ahora partidas con ciegas de 300-600 dólares y ha amasado ya más de dos millones de beneficios. Él mismo calcula que habrá jugado 1,4 millones de manos en este tiempo.

Girah termina hablando de su granídolo, Tom Dwan, a quien ha estudiado a fondo hasta comprender sus impredecibles http://www.blogger.com/img/blank.gifmovimientos, algo que según dice le ayudó mucho a mejorar su propio juego. Y cuando le preguntan si de verdad cree que tiene opciones frente a él, responde con lo que parece buenas dosis de sensatez.

En su opinión, en Texas Holdem tendría sus mejores opciones debido a una serie de factores, que le darían entre un 20 y un 40 por ciento de posibilidades de ganar, que considera suficientes para que el intento merezca la pena. Se trataría además de un honor y de un hito en su carrera, además de una forma inmejorable de aprender más. «Voy a presionarlo más para que acepte», concluye el chaval.
Reportagem do jornal generalista espanhol ABC intitulada "La leyenda del «niño prodigio portugués» que ganó dos millones".

março 12, 2011

José "Girah" Macedo: o prodígio revela os seus segredos em entrevista de cara destapada!!!


The prodigy shows his face. Finally. José "Girah" Macedo in first person. Ear all about it, pay attention and learn how hard work is the key to climb the ladder of your poker dreams. A lesson of life. All the best, great José. Focus on your game and keep making us proud. Your critics will be too busy looking for painkillers. You know, for their hellbows...