O sistema de triângulos permitido por uma movimentação permanente, e inteligente, é o segredo do tiki-taka que permite constantes passes curtos sem que os adversários consigam encontrar antídoto. Até a forma como a bola é tocada tem influência decisiva. E como se constata em baixo, até nos exercícios mais ligeiros se começam a construir as impressionantes exibições dos jogos decisivos. Com Tito Vilanova agora, como com Pep Guardiola antes. Os 74 por cento de posse de bola na Luz falam por si. Uma cultura futebolística impressionante.
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outubro 02, 2012
Ao cuidado de quem tenha ficado surpreendido com os 76% de posse de bola do Barça na Luz...
O sistema de triângulos permitido por uma movimentação permanente, e inteligente, é o segredo do tiki-taka que permite constantes passes curtos sem que os adversários consigam encontrar antídoto. Até a forma como a bola é tocada tem influência decisiva. E como se constata em baixo, até nos exercícios mais ligeiros se começam a construir as impressionantes exibições dos jogos decisivos. Com Tito Vilanova agora, como com Pep Guardiola antes. Os 74 por cento de posse de bola na Luz falam por si. Uma cultura futebolística impressionante.
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agosto 27, 2011
FC Barcelona 650-FC Porto 199
O Barcelona fez ao longo da final da Supertaça Europeia um total de 650 passes correctos, contra apenas 199 do FC Porto. O que representa apenas 30 por cento do que fez o adversário. É curioso aliás que só Xavi e Keita juntos tenham feito quase tantos passes como a equipa do FC Porto junta: 190 passes os dois.
De resto, e para explicar melhor como funciona o tiki-taka do Barcelona, resta dizer que os catalães tiveram uma percentagem de passes correctos de 85 por cento, enquanto o FC Porto só conseguiu acertar 62 por cento: ou seja, das 319 tentativas portistas de jogar com colegas, 120 resultaram em perdas de bola.
agosto 26, 2011
Como é possível contrariar tacticamente o "tiki-taka" do Barcelona?
A questão das soluções tácticas para contrariar o "tiki-taka" coloca-se, naturalmente, devido aos problemas que o FC Porto vai enfrentar no Mónaco, na decisão da Supertaça Europeia frente ao Barcelona. Eis a opinião qualificada do treinador de futebol português, José Peseiro:
– Só conheço duas formas e mesmo assim será sempre difícil de parar o tic-tac espanhol e do Barcelona. No processo defensivo é necessário ir alternando o posicionamento defensivo, entre um bloco alto, médio ou baixo, por forma a quebrar as rotinas de posse de bola dos espanhóis. No processo ofensivo, é importante ter as transições bem preparadas (como o Inter conseguiu fazer contra o Barcelona), tirando a bola do centro do jogo, porque é aí que eles se concentram e fazem a diferença, e procurando assim, através das referências, as zonas passivas do adversário. Também acho importante e crucial ter a bola, de forma a causar desposicionamentos, obrigando os espanhóis a deslocar-se mais no processo defensivo e assim desprogramar o seu jogo de posse, interferindo nas sua habituais rotinas.
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julho 15, 2011
Luís Freitas... Bobo
Segundo este conhecido analista, o Benfica escusa de entrar em campo contra o Trabzonspor que não tem hipótese nenhuma de continuar na Champions. Aliás, em face da análise feita ao clube turco era duvidoso que mesmo o Barcelona de Guardiola desse luta. O facto de se tratar de um emblema a ferro e fogo, que teve o presidente preso pelos escândalos de combinação de jogos na Turquia é um factor de somenos importância...
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maio 07, 2011
Daniel Negreanu, Mourinho e Guardiola...
Daniel Negreanu respondeu a perguntas dos leitores do diário desportivo espanhol Marca e deu uma resposta diplomática em relação a quem seria o melhor jogador de póquer, o técnico do Real Madrid, José Mourinho, ou o mentor do "tiki-taka" do Barça, Pep Guardiola. Importante foi, sobretudo, a presença do póquer na página de abertura de um órgão de comunicação social "mainstream" em Espanha, confirmando que uma figura como Daniel Negreanu já se tornou um "household name" em solo europeu. Um excelente atestado de crescimento e mediatismo da nossa modalidade em tempos que estão a ser bastante complicados. Por cá, aguardamos que vá para o ar a reportagem que a TVI foi fazer às Bahamas, em janeiro, e que muito nos surpreenderá se contiver alguma abordagem inovadora para além dos "clichés" aos quais os-jornalistas-que-criticam-quem-vai-ver-os-tubarões não têm capacidade para fugir.
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