O vício levou um médico a derreter, durante dois anos, 2500 euros por noite de jogo. Agora conseguiu a condenação do Casino de Espinho a pagar 85 mil euros. Porque estava interdito e não lhe foi proibida a entrada.
Apostador
compulsivo na banca francesa, o licenciado em Medicina e também em
Medicina Dentária, dono de clínica e quintas vinícolas no Douro, gastou
os cinco mil euros mensais que recebia no seu trabalho e perdeu dinheiro
emprestado por bancos e amigos. Para continuar a apostar forte, ainda
vendeu os carros, as jóias da mulher e uma quinta por um terço do preço
de mercado.
Como se lembram pelo que escrevemos aqui, em abril de 2012, este nem sequer é o primeiro caso do género. Agora se percebe a preocupação das mais altas instâncias da Solverde com um cenário de responsabilização em torno da ausência de controlo dos jogadores interditados devido à ludopatia.
Como se lembram pelo que escrevemos aqui, em abril de 2012, este nem sequer é o primeiro caso do género. Agora se percebe a preocupação das mais altas instâncias da Solverde com um cenário de responsabilização em torno da ausência de controlo dos jogadores interditados devido à ludopatia.
